Olá, Ronaldo. Como vai?
Sua implementação do algoritmo K-Means no dataset Iris está correta e segue muito bem o fluxo do aprendizado não supervisionado. Este tipo de abordagem é fundamental quando queremos que o modelo identifique agrupamentos naturais nos dados sem a necessidade de rótulos prévios.
Para complementar sua atividade e tornar sua análise técnica ainda mais profunda, deixo algumas sugestões práticas:
- Visualização dos Centroides: No seu gráfico, você plotou a distribuição dos pontos. Uma boa prática é plotar também os centroides finais de cada cluster (usando
kmeans.cluster_centers_), o que ajuda a visualizar o "centro" de cada categoria identificada. - Método do Cotovelo (Elbow Method): No dataset Iris, já sabemos que existem 3 classes, mas em problemas reais essa informação é desconhecida. Utilizar a métrica de Inércia para criar um gráfico de cotovelo ajuda a justificar tecnicamente a escolha do número de clusters.
- Padronização: O K-Means baseia-se em distâncias euclidianas. Em outros datasets onde as escalas das colunas são muito diferentes, é recomendável aplicar um StandardScaler antes do treinamento para evitar que uma variável influencie o modelo mais do que as outras.
Veja como você poderia implementar o teste para validar a quantidade de clusters:
wcss = []
for i in range(1, 11):
kmeans_teste = KMeans(n_clusters=i, random_state=42)
kmeans_teste.fit(X)
wcss.append(kmeans_teste.inertia_)
plt.plot(range(1, 11), wcss)
plt.title('Método do Cotovelo')
plt.xlabel('Número de Clusters')
plt.ylabel('Inércia')
plt.show()
Espero que possa ter lhe ajudado!