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Analisando cenários

Caso 1: Quando eu ouço você dizer que está se sentindo sobrecarregado com o trabalho e que não sabe como lidar com isso, eu fico preocupada e sinto empatia por você, porque é importante para mim que as pessoas ao meu redor se sintam apoiadas e tenham equilíbrio. Você gostaria de me contar um pouco mais sobre o que está pesando mais agora, ou prefere que eu te ajude a pensar em alguma forma de organizar ou aliviar essa carga?

Caso 2: Quando a ideia da colega é interrompida antes de ser concluída, eu me sinto desconfortável e preocupada, porque valorizo um ambiente onde todas as pessoas possam se expressar e ser ouvidas com respeito. Você poderia deixar ela terminar a ideia e, depois, a gente discute os pontos críticos juntos?

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Oi, Milca. Tudo bem com você?

Nos dois casos você aplicou bem os pilares da Comunicação Não Violenta ao observar a situação, expressar sentimentos, indicar necessidades e fazer pedidos claros. No primeiro cenário, a forma como você valida o sentimento da outra pessoa e oferece apoio mantém a empatia ativa. No segundo, você trouxe um posicionamento respeitoso que protege o espaço de fala sem atacar ninguém.

Continue praticando esse tipo de comunicação no dia a dia, porque isso fortalece relações e ajuda a lidar melhor com situações de tensão.

Ao trabalhar com CNV, vale treinar ainda mais a separação entre fatos e interpretações, descrevendo o que aconteceu de forma bem objetiva antes de entrar nos sentimentos e pedidos. Isso ajuda a outra pessoa a se conectar com a mensagem sem entrar na defensiva.

Obrigado por compartilhar.

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