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[Sugestão] Ambiguidade de expressões utilizadas pelo instrutor

Gostava de deixar cá um comentário construtivo sobre a linguagem utilizada pelo instrutor nessa formação. Como português, por vezes tenho alguma dificuldade em acompanhar determinadas expressões utilizadas no decorrer das aulas, especialmente quando são usados termos menos comuns em Portugal, como "a gente", "pessoa usuária" ou "pessoa desenvolvedora". Embora compreenda a mensagem geral, estas expressões podem causar alguma fricção na interpretação e obrigar a um esforço adicional de contexto (Ex.: 'a gente'. que gente? toda a gente? um grupo de pessoas? nós? e os coletivos, há alguma razão específica por utilizar coletívos compostos como se referissem a objetos ou seres diferentes?). Seria possível, sempre que adequado, optar por termos mais neutros ou fornecer alguma contextualização? Acredito que isso tornaria os conteúdos mais acessíveis para participantes de diferentes variantes da língua portuguesa.

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Oi, Ikaro! Como vai?

Sua sugestão é muito bem-vinda e toca em um ponto genuinamente importante: as expressões utilizadas pelo instrutor refletem o português brasileiro coloquial, que pode soar ambíguo ou pouco familiar para falantes de outras variantes do idioma, como o português europeu.

Termos como "a gente", "pessoa usuária" e "pessoa desenvolvedora" são bastante comuns no Brasil. "A gente" funciona como sinônimo informal de "nós", portanto, sempre que aparecer nesse contexto, pode ser lido como "nós" ou "as pessoas em geral", dependendo da frase. Já os coletivos compostos, como "pessoa desenvolvedora", são uma escolha linguística adotada por parte da comunidade de tecnologia brasileira para tornar a linguagem mais inclusiva, referindo-se a qualquer indivíduo que exerça aquela função.

Sua observação também é valiosa para que instrutores e equipes pedagógicas reflitam sobre a acessibilidade do conteúdo para estudantes de diferentes origens lusófonas, tornando as aulas mais claras e inclusivas para todos.

Alura Conte com o apoio da comunidade Alura na sua jornada. Abraços e bons estudos!