Gostava de deixar cá um comentário construtivo sobre a linguagem utilizada pelo instrutor nessa formação. Como português, por vezes tenho alguma dificuldade em acompanhar determinadas expressões utilizadas no decorrer das aulas, especialmente quando são usados termos menos comuns em Portugal, como "a gente", "pessoa usuária" ou "pessoa desenvolvedora". Embora compreenda a mensagem geral, estas expressões podem causar alguma fricção na interpretação e obrigar a um esforço adicional de contexto (Ex.: 'a gente'. que gente? toda a gente? um grupo de pessoas? nós? e os coletivos, há alguma razão específica por utilizar coletívos compostos como se referissem a objetos ou seres diferentes?). Seria possível, sempre que adequado, optar por termos mais neutros ou fornecer alguma contextualização? Acredito que isso tornaria os conteúdos mais acessíveis para participantes de diferentes variantes da língua portuguesa.