Olá, Jessica. Como vai?
O seu mapeamento do desafio ficou excelente! Você conseguiu aplicar os fundamentos do pensamento computacional perfeitamente, dividindo um problema maior em etapas lógicas sequenciais: a coleta dos dados (passo 1), o estabelecimento das regras de negócio (passo 2) e a tomada de decisão baseada em condições (passo 3).
Essa habilidade de desenhar o fluxo do algoritmo antes de escrever qualquer linha de código é o que separa um bom resolvedor de problemas de um mero digitador de códigos.
Há apenas um pequeno detalhe lógico na definição dos seus intervalos (passo 2 e 3) que vale a pena ajustar para garantir que o seu algoritmo seja 100% à prova de falhas:
No seu texto, você definiu os intervalos como: até 5,0 e depois de 5,1 até 6,9.
Se um aluno tirar uma nota quebrada exatamente entre esses valores, como 5,05, ele acabaria caindo em um "limbo" lógico, pois não é menor ou igual a 5,0 e também não chegou a 5,1.
Para resolver isso na programação, nós não pulamos para o 5,1; nós mantemos o limite no próprio 5, mas mudamos o operador de comparação para maior que ($>$).
Para te ajudar a visualizar como essa estrutura condicional encadeada funciona perfeitamente de forma visual, veja como esse fluxo de decisões se comporta:
Pensando em uma boa prática para quando você for transformar essa lógica em um código real (como Python ou JavaScript), os intervalos corrigidos e contínuos ficariam assim:
- Reprovado: Nota menor que 5,0 ($< 5,0$).
- Recuperação: Nota maior ou igual a 5,0 E menor que 7,0 ($\ge 5,0$ e $< 7,0$).
- Aprovado: Nota maior ou igual a 7,0 ($\ge 7,0$).
Note que, dessa forma, se o aluno tirar 5,0 ele vai direto para a recuperação, e se tirar 4,99 ele é reprovado. Não sobra nenhum número de fora!
Parabéns pela excelente estruturação e pela dedicação no curso de Pensamento Computacional!
Espero que possa ter lhe ajudado!