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Você está vendo a versão anterior da nova experiência da Alura que estamos preparando para você. Em breve, ela ganha uma identidade visual novinha totalmente pensada em potencializar seus estudos!

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[Reclamação] Ninguém perguntou a cor de ninguém instrutora Laís Urano

Comecei a assistir uma aula de Python na Alura, com a instrutora Laís Urano, e a primeira coisa que ela disse foi: "sou uma mulher parda de olhos castanhos". Não uma palavra sobre o conteúdo, a ementa ou o que eu ia aprender — a apresentação começou pela cor da pele dela.

Eu entrei ali para aprender Python. A instrutora poderia ser parda, branca, preta ou laranja — isso não muda uma vírgula do que eu preciso saber sobre listas, loops ou funções. Conteúdo técnico deveria ser avaliado pela clareza da explicação, não pela identidade de quem fala.

Trazer recorte racial ou identitário para o início de uma aula técnica, sem que isso tenha qualquer relação com o assunto, é forçar uma pauta em um espaço que não pede isso. Quem procura um curso de programação quer aprender a programar. Se a aula for boa, ótimo; se for ruim, também não vai ser por causa da cor de quem ensina.

Essa necessidade de anunciar identidade antes de ensinar conteúdo técnico é sintoma de uma cultura que prioriza discurso sobre substância — e isso cansa.