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Você está vendo a versão anterior da nova experiência da Alura que estamos preparando para você. Em breve, ela ganha uma identidade visual novinha totalmente pensada em potencializar seus estudos!

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[Projeto] Mão na massa: desenvolvendo sistemas inteligentes

Um ambiente hospitalar com alocação de recursos tanto físicos como humanos exige, planejamento e ação reativa a emergencias urgentes. Como a entrada de pacientes pode ser por por exemplo gravidade, sintomas, poderíamos combinar agentes:

Agente orquestrador: Um agente que baseados nos critérios de triagem direcione para outros agentes por importância

Agente reativo: verificar a urgência e disponibilidade de recursos e direciona para o ambiente certo

Agente baseado em Objetivo: pode ser o orquestrador ou mais de um baseado nos objetivos como, urgência e sintomas, tipo de profissional disponível, e ambiente ocupados ou livres

Agente Utilitário: verificaria fontes de dados diferentes para o orquestrador tomar decisões e baseados nos sintomas buscar a maximização da saúde do paciente, Uma das fontes prévias, por exemplo, pode ser um totem de atendimento com principais classificações, uma urgência pode não ter esse atendimento eletrônico prévio mas por um profissional de atendimento, coleta de dados etc e baseados na conformação disparar os sensores do agente.

Uma possível estratégia pode ser a combinação de diferentes tipos agentes orquestrados e supervisão humana.

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Olá, Marcelo! Como vai?

Achei muito interessante a sua ideia de combinar diferentes tipos de agentes em um ambiente hospitalar!

Sua resposta demonstra clareza ao diferenciar funções, consistência ao relacionar cada agente com situações práticas de triagem e objetividade ao destacar a importância da supervisão humana como parte essencial da estratégia.

Se quiser aprofundar ainda mais, algumas boas práticas são:

  • Integrar dados históricos: usar registros hospitalares para treinar os agentes e melhorar a precisão das decisões.
  • Simular cenários reais: criar fluxos de atendimento com diferentes níveis de urgência para testar como os agentes interagem.
  • Definir métricas de desempenho: acompanhar indicadores como tempo de resposta, alocação de recursos e satisfação dos pacientes.

Ah uma pergunta: O que você considera mais relevante nesse tipo de proposta, garantir a eficiência operacional dos agentes ou reforçar a segurança e confiança na supervisão humana?

Fico à disposição! E se precisar, conte sempre com o apoio do fórum.

Abraço e bons estudos!

AluraConte com o apoio da comunidade Alura na sua jornada. Abraços e bons estudos!

Olá Daniel, tudo bem?
Obrigado pelo feedback, todas os apontamentos de aprofundamento são muito válidas e úteis. Sobre sua pergunta, não vejo uma escolha dicotomica, a eficiencia operacional dos agentes são melhoria continua e o reforço e supervisão humana são essenciais para validar, garantir conformidade e principalmente validar as situações que os agentes podem desviar ao tomar decisões autonomas.