Variáveis críticas: Disponibilidade de leitos (UTI, enfermaria, isolamento etc.)., Gravidade dos pacientes., Número de atendimentos previstos e emergenciais., Disponibilidade de médicos, enfermeiros e técnicos, Especialidade dos profissionais, Agenda de consultas e cirurgias, Equipamentos disponíveis e Prioridade clínica dos casos.
Dificuldades: Mudanças constantes na demanda devido a emergências, Escassez de recursos, Dados incompletos ou desatualizados, Necessidade de tomar decisões em tempo real, um mesmo sintoma pode representar um problema tanto grave quanto simples, conflito de necessidades.
Explorando estratégias:
agentes reativos: toma decisões com base nas regras definidas na sua construção, ou seja, se surgir um paciente grave ele irá procurar um leito disponível mais adequado. Caso houver indisponibilidade de profissional, ele irá redistribuir para outro profissional. Ele iria ser rápido e mais simples para implementar, porém não prevê demandas futuras e pode gerar conflitos de agendas.
Agente baseado em objetivos: busca atingir metas definidas
Planejaria as demandas considerando diferentes possibilidades e escolheria o que mais se aproxima dos objetivos definidos, podendo ter um planejamento eficiente, considerar impactos futuros e melhorar gerenciamento de recursos, em contrapartida, exige grande quantidade de variáveis e alto custo computacional.
Agente baseado em utilidade: define critérios baseado em notas e escolhe a opção com maior utilidade total. Tendo isso em vista, é um agente que considera múltiplos critérios, permite um maior equilíbrio na escolha, porém exige dados confiáveis oque pode ser difícil pensando em um contexto de hospital.
Por fim, o que considero mais adequada para o cenário seria o agente baseado em utilidades que irá avaliar diferentes critérios considerando todos eles, por exemplo: prioridades médicas, disponibilidade dos recursos, tempo de esperar entre outros.