Ei! Tudo bem, Lorenlay?
Faz muito sentido, mas na prática técnica do mercado, a ordem dos primeiros passos costuma ser um pouco diferente para garantir que o projeto seja cirúrgico e eficiente. O ideal é inverter os dois primeiros pontos que você mencionou.
Um exemplo da estrutura recomendada:
Buscar as necessidades reais da empresa (Identificação do Gap): antes de tudo, você precisa saber o que precisa ser melhorado. É o tempo de contratação (Time-to-hire)? É o engajamento? É o turnover? Sem um objetivo claro e uma métrica interna bem definida, você não saberá o que procurar no mercado.
Passar a cultura e obter o patrocínio interno: com a dor mapeada e a justificativa do projeto em mãos, fica muito mais fácil convencer a liderança e engajar o time. A cultura do benchmarking se fortalece quando as pessoas entendem o benefício real que aquela busca trará para resolver um problema atual do setor.
Usar as estratégias de acordo com a necessidade (Pesquisa e Aplicação): aqui você seleciona as empresas de referência, coleta os dados, analisa as práticas e adapta as soluções para a realidade e cultura da sua organização (lembrando de nunca copiar puramente, mas sim contextualizar).
Mapear a necessidade antes de espalhar a cultura evita que o time gaste energia olhando para todos os lados sem um foco produtivo.
Conteúdos para complementar seus estudos
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