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O dilema da inovação

  1. As empresas devem sempre ouvir e reagir às necessidades de seus melhores clientes;
    Quando pensamos em centralidade no cliente, as empresas tendem a tracionar suas entregas buscando atender a necessidade do cliente no curto e médio prazo. Embora essas ideias possam ser utilizadas dentro de um contexto de inovação incremental e/ou sustentável, dificilmente a mesma gerará uma inovação disruptiva. Pois, o conceito da inovação disruptiva é transformar o status quo, seja abrindo novos mercados e/ou transformando-o. Enquanto a centralidade no cliente, trás um viés mais imediatista de curto e médio prazo.

  2. As empresas devem focar seus investimentos nas inovações que prometem maiores retornos.
    A dificildade que se tem nesse ponto, é a tangibilização do ROI. Quando falamos em investimentos incrementais e sustentáveis de curto/médio prazo, conseguimos aferir melhor o ROI dessas iniciativas, pois não estamos transformando o produto, estamos evoluindo um produto já existente.

Entretanto, quando encaramos uma inovação disruptiva, os efeitos de tangiibilizar esse ROI tendem a ser mais dificeis, pois esse tipo de inovação tende a criar novos produtos e mercados, logo é dificil aferir aquilo que ainda não existe.

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Oi, Gustavo. Tudo bem com você?

Sua reflexão trouxe pontos relevantes sobre como a centralidade no cliente e a busca por retorno rápido podem limitar a visão inovadora das empresas. Você destacou bem a diferença entre inovação incremental e a disruptiva, que exige olhar para além do que já existe.

Continue explorando essas ideias, elas fortalecem sua compreensão sobre os desafios da inovação.

Uma forma de aprofundar é observar casos de empresas que criaram novos mercados mesmo sem um ROI imediato. Ao analisar esses exemplos, fica mais claro como equilibrar a necessidade de retorno financeiro com a visão de longo prazo.

Obrigado por compartilhar sua análise.

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