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[Dúvida] Porque o modelo Spotify não é mais utilizado na própria Spotify em sua totalidade?

Ao buscar mais informações na internet encontrei o seguinte post:

https://www.semeru.com.br/blog/o-spotify-nao-usa-o-modelo-spotify/

Nele, o Leandro Costa relata o porquê do modelo ter ficado obsoleto para a prórpria empresa criadora.
O interessante é que podemos concluir o quanto é difício gerenciar equipes, diante dos inúmero desafios, pois cada pessoa age ou pensa de formas diferentes, o que é benéfico para estressar uma idéia, mas que as vezes é maléfico por a equipe não conseguir chegar a um consenso.

Vale a pena ler esse e outros posts na internet com um olhar crítico a fim de agregar mais conhecimento ao curso.

1 resposta
solução!

Olá, Walisson! Tudo certo?

Sua dúvida sobre o motivo pelo qual o modelo Spotify não é mais utilizado na própria empresa é bem interessante.

E reflete a realidade dinâmica das organizações. O modelo Spotify, inicialmente, foi uma abordagem inovadora para estruturar equipes ágeis. Mas, como qualquer modelo, ele precisa evoluir conforme as necessidades e contextos da empresa mudam.

A principal razão para o Spotify não usar mais o modelo em sua totalidade é que a empresa percebeu que precisava de mais flexibilidade para se adaptar a novos desafios e oportunidades. O modelo original, apesar de ter sido muito eficaz em um determinado momento, pode não atender mais às demandas atuais da empresa, que está em constante evolução.

Além disso, o modelo Spotify foi amplamente divulgado e adotado por outras empresas, o que levou a uma certa "cristalização" da ideia, enquanto o próprio Spotify continuou a experimentar e adaptar suas práticas para melhor atender suas necessidades específicas.

Um exemplo prático disso é que, enquanto o modelo original enfatizava a autonomia dos squads, o Spotify pode ter percebido que, em alguns casos, uma coordenação mais centralizada ou diferentes formas de colaboração poderiam ser mais eficazes.

É importante lembrar que modelos de gestão e estruturas organizacionais não são estáticos. Eles devem ser vistos como frameworks que podem e devem ser ajustados conforme a empresa cresce e enfrenta novos desafios. Essa adaptabilidade é, de fato, uma das essências do pensamento ágil.

Espero ter ajudado e fico à disposição se precisar.

Abraço e bons estudos!

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