Olá, Luana, como vai?
É possível utilizar o verde tanto como cor da marca quanto para sinalizar estados de sucesso na interface. Quando uma cor institucional coincide com uma cor funcional, a prática comum é criar nomes que separem o papel que essa cor desempenha em cada contexto. Para a marca, as nomenclaturas brand-primary e brand-secondary são adequadas e ajudam a identificar a hierarquia visual pretendida para o azul e o verde.
Para evitar confusão no uso, você pode criar uma categoria de tokens funcionais onde o verde recebe um nome específico para sua utilidade técnica. Por exemplo, enquanto no grupo de marca ele é chamado de brand-secondary, no grupo de cores funcionais ou semânticas ele pode ser definido como success-default ou feedback-success.
O ponto é garantir que a nomenclatura represente intenção e não apenas aparência. Isso facilita manutenção futura, evolução da marca e até possíveis rebrands, já que a troca de uma cor pode ser feita no nível do token sem impactar toda a interface.
Espero ter ajudado.
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Abraços :)
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