Solucionado (ver solução)

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Você está vendo a versão anterior da nova experiência da Alura que estamos preparando para você. Em breve, ela ganha uma identidade visual novinha totalmente pensada em potencializar seus estudos!

Solucionado
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Distúrbios psicológicos, da fala e autoconfiança.

A gagueira e a timidez prejudicam muito o desempenho de um orador. É uma luta constante contra o medo de ser criticado e também de não ser compreendido. Acrescenta-se ainda o receio de ser rejeitado ou se sentir inferiorizado ou incapaz de se comunicar claramente. A superação destas barreiras é árdua, porém possível.

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solução!

Olá, Clériston! Como vai?

Você mandou muito bem na forma como descreveu os desafios da comunicação!

Sua resposta organizou de maneira clara os impactos da gagueira e da timidez, destacou a luta constante contra o medo de críticas e ainda trouxe sensibilidade ao mencionar o receio de rejeição e a busca pela superação.

E o que você considera mais importante nesse processo: trabalhar a autoconfiança ou desenvolver técnicas específicas para lidar com a fala?

Fico à disposição! E se precisar, conte sempre com o apoio do fórum.

Abraço e bons estudos!

AluraConte com o apoio da comunidade Alura na sua jornada. Abraços e bons estudos!

Estou com 45 anos e só me lembro de um rapaz no Ensino Médio que era gago e o famoso, David Brasil.
Algo que me tocou muito no filme "O discurso do Rei" foi ele sofrer bullying do próprio irmão. Além de ter sofrido abusos gravíssimos na infância, a falta de apoio familiar é outra dor.
Com a maturidade predermos o medo dos julgamentos e apresentações ficam mais prazerosas porque tornam-se um momento de passagem/compartilhamento de conhecimento.

Olá, Daniela! Tudo bem?

Seu relato é muito sensível e profundo, especialmente ao conectar o filme O Discurso do Rei com experiências reais de bullying e falta de apoio.

A maturidade realmente nos dá essa liberdade de transformar momentos de exposição em oportunidades de compartilhar conhecimento e não apenas em situações de julgamento.

É inspirador perceber como você valoriza a superação dessas dores e reconhece que falar em público pode se tornar prazeroso quando encarado como um ato de passagem e contribuição. Essa visão é poderosa para quem ainda carrega inseguranças, mostra que é possível transformar vulnerabilidade em força.

Forte abraço e parabéns pela reflexão tão significativa!