Oii, José. Tudo bem?
A sua proposta para o desafio da calculadora demonstra que você já tá explorando conceitos avançados de Python, como orientação a objetos e o uso de dicionários com funções lambda. É muito interessante ver como você buscou uma estrutura que centraliza a lógica das operações.
Pontos fortes do que você elaborou:
- Uso de dicionário para operadores: Centralizar os cálculos em um dicionário com
lambda é uma forma inteligente de evitar múltiplos blocos if/elif, tornando a expansão do código mais simples no futuro. - Tipagem e boas práticas: O uso de
-> None e a definição de tipos (float) mostram uma preocupação com a clareza e manutenção do código. - Captura de erros genéricos: Incluir um
except Exception é uma boa prática para evitar que o programa encerre abruptamente por motivos que não foram previstos inicialmente.
Abaixo, deixo alguns pontos de atenção para que sua solução fique ainda mais alinhada com os requisitos do desafio e com o funcionamento da Orientação a Objetos:
Validação e instanciação:
No seu código, você passa os valores para a classe e depois tenta convertê-los dentro de um método de tratamento de erros. Em um cenário real, o ideal é que a classe receba dados já validados ou que o próprio construtor (__init__) cuide dessa integridade. Da forma como está, se o float(self.num1) falhar, o erro só aparece quando você chama o método calcular, e não no momento em que o objeto é criado.
Tratamento de exceções específicas:
O desafio pedia mensagens de erro muito específicas para cada situação. Notei que você unificou quase tudo em ValueError dentro do método _tratar_erros. No caso da divisão por zero, o Python já possui a exceção nativa ZeroDivisionError. Usar a exceção correta ajuda outros desenvolvedores a entenderem exatamente qual regra de negócio ou erro técnico ocorreu.
Parabéns pela iniciativa de ir além do básico e aplicar uma estrutura de classe no desafio. Continue praticando essa visão modular.
Conte com o apoio da comunidade Alura na sua jornada. Abraços e bons estudos!