Se eu estivesse no lugar de Lucas, começaria refletindo sobre as razões da minha desmotivação, questionando-me sobre o que exatamente está causando essa sensação, se é a rotina, o ambiente, a falta de desafios ou de reconhecimento. Também avaliaria o que antes me motivava e o que mudou desde então, além de identificar se há algo que posso modificar na minha abordagem ao trabalho para torná-lo mais interessante. Com base nisso, tomaria algumas ações para transformar essa realidade. Primeiramente, buscaria reencontrar o propósito do meu trabalho, relembrando o impacto que ele gera e como contribuo para algo maior. Também poderia estabelecer novos desafios, criando metas pessoais dentro da minha atuação, aprendendo novas habilidades ou me envolvendo em projetos diferentes para tornar a rotina mais estimulante. Outra estratégia seria modificar a forma como organizo meu dia a dia e desempenho minhas atividades, buscando trazer mais dinamismo e satisfação. Além disso, procuraria obter reconhecimento e feedback de colegas e líderes para entender melhor o impacto do meu trabalho e receber incentivos. Se possível, exploraria novas oportunidades dentro da mesma área, assumindo novas responsabilidades que pudessem renovar minha motivação. Paralelamente, cuidaria da minha saúde mental e física, investindo em atividades que reduzissem o estresse e garantissem equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. Caso, mesmo após essas iniciativas, a desmotivação persistisse, consideraria avaliar se esse ambiente ainda é adequado para mim ou se seria necessário buscar novas oportunidades que me proporcionassem mais satisfação e realização.