1
resposta

A arquitetura foi ajustada para contemplar os três padrões solicitados: A2A, MCP e AG-UI.

O AG-UI foi posicionado na camada de interação com o usuário, representando os canais como app, web ou WhatsApp, além do controle de eventos, mensagens, streaming, estado da interface e componentes interativos, como formulários, cards de status, confirmações e aprovação humana.

O BFA permanece como camada de proteção corporativa, controlando autenticação, sessão, auditoria, LGPD, rate limit e logs. A partir dele, a solicitação segue para o Supervisor/Roteador Inteligente, responsável por classificar a intenção do usuário, decidir se a jornada será resolvida por um único agente ou por múltiplos agentes e coordenar todo o fluxo.

O A2A foi mantido como camada de comunicação entre agentes especialistas. Nesse modelo, o Supervisor atua como cliente A2A, consultando o registry de agentes, identificando as capacidades disponíveis e delegando tarefas para agentes como Abertura de Conta, Atendimento ao Cliente, Cartão de Crédito e Compliance.

Já o MCP foi usado para padronizar o acesso dos agentes às ferramentas, recursos e sistemas externos. Assim, os agentes não acessam diretamente os sistemas internos do banco. Eles utilizam ferramentas como consultar_conta, consultar_cartao, criar_ou_buscar_conta, solicitar_cartao e recursos de prompt por meio de uma camada MCP controlada.

Dessa forma, a arquitetura separa bem as responsabilidades: AG-UI cuida da experiência do usuário, A2A cuida da comunicação entre agentes e MCP cuida do acesso a ferramentas e sistemas externos. Essa separação torna a solução mais organizada, segura, escalável e próxima de um cenário real de produção.

Aqui está o arquivo criado: https://github.com/Moquiuti/MCP-A2A-AG-UI-e-Backend-for-Agents-BFA-/blob/main/mdbank_a2a_mcp_agui_uncompressed.drawio.svg

1 resposta

Olá, Leandro!

Parabéns por concluir o desafio. Seu mapeamento arquitetural para ecossistemas de IA generativa está impecável, demonstrando um entendimento refinado de como estruturar sistemas baseados em múltiplos agentes de forma segura e escalável para ambientes corporativos.

O grande destaque do seu desenho técnico foi a separação rígida e clara das responsabilidades de cada protocolo e padrão. Posicionar o AG-UI na ponta da experiência do usuário (gerenciando estados de interface complexos, como streaming e ciclos de aprovação humana) e blindar o núcleo do ecossistema com o Backend for Agents (BFA) para governança corporativa reflete as melhores práticas de engenharia de software atuais.

Sua decisão de usar o MCP (Model Context Protocol) como uma camada de abstração para ferramentas e recursos externos foi cirúrgica. Em vez de permitir que cada modelo de linguagem ou agente especialista acesse APIs e bancos de dados diretamente por meio de códigos customizados e despadronizados, o MCP padroniza esse cordão umbilical técnico. Isso garante que a adição de novos sistemas ou a troca de modelos não quebre as integrações existentes.

Pensando na dinâmica do Supervisor como cliente A2A, você acredita que a classificação inicial de intenções na camada do Roteador Inteligente é suficiente para jornadas longas ou seria vantajoso permitir que os próprios agentes especialistas invoquem outros agentes diretamente quando a necessidade do usuário mudar no meio do atendimento?

Alura Conte com o apoio da comunidade Alura na sua jornada. Abraços e bons estudos!