Cotidianamente, utilizamos a Inteligência Artificial em:
1. Assistentes virtuais
Os assistentes virtuais — como Alexa, Siri e Google Assistant — tem como tecnologias principais, o Processamento de Linguagem Natural (PLN) para entender comandos de voz e o Aprendizado de Máquina para melhorar respostas tendo como base interações anteriores.
Essas ferramentas facilitam a automação de tarefas, permitindo o controle de dispositivos domésticos, a configuração de lembretes e a busca por informações, além de tornar tarefas cotidianas em algo mais rápido e acessível, sendo algo muito necessário para pessoas com mobilidade reduzida.
Reitera-se que os assistentes virtuais estão cada vez mais sofisticados, devido a avanços em redes neurais profundas e modelos de linguagem, conseguindo interpretar contextos, aprender preferências e integrando-se perfeitamente com casas inteligentes.
2. Plataformas de streaming
As plataformas de streaming — como Netflix, Spotify e YouTube — utilizam sistemas de recomendação, que se baseiam em aprendizado de máquina e análise de dados comportamentais, bem como algoritmos de filtragem colaborativa e modelos preditivos.
Essa tecnologia gera praticidade e impacto positivo na experiência do usuário, já que o ajuda na descoberta de novos conteúdos e cria uma experiência personalizada, que aumenta o engajamento e a satisfação do consumidor.
Atualmente, com o Big Data e com o avanço da Inteligência Artificial, os sistemas saíram de recomendações genéricas e conseguem prever as preferências com base no histórico, nos padrões de consumo e até no humor do usuário.
3. Reconhecimento facial em smartphones
O reconhecimento facial em smartphones identifica padrões faciais por meio da Visão Computacional e das redes neurais convolucionais (CNNs), bem como a utilização do aprendizado profundo (Deep Learning) para aumentar a precisão da entrega.
Essa tecnologia substitui senhas por desbloqueio rápido e seguro, além de facilitar pagamentos digitais e autenticação em aplicativos, trazendo praticidade e segurança para o usuário.
Inicialmente, os sistemas tinham baixa precisão em ambientes com pouca luz, mas agora possuem sensores 3D e algoritmos mais robustos, que oferecem um alto índice de segurança avançada e confiabilidade.