FAIR Overview 2024 - Análise Objetiva
Autoria
Ricardo Costa Val do Rosário, PhD
Médico Angiologista e Cirurgião Cardiovascular
Especialização em Carreira de Inteligência Artificial – Alura/SP
Cursando Especialização em Carreira de Cloud Security – Alura/SP
Linha de pesquisa independente em IA e Medicina, Tecnovigilância, DMIA e Segurança
da Informação em Saúde
Belo Horizonte – 2026
Declaração de legitimidade de autoria e conformidade com a LGPD
Este artigo foi redigido pelo autor com apoio instrumental de sistemas de IA generativa para
organização, revisão linguística e refinamento estrutural.
O conteúdo final foi criticamente revisado pelo autor, que assume integral responsabilidade
por sua precisão, originalidade, integridade e eventuais omissões.
Nenhum dado identificável de paciente foi utilizado.
Introdução
FAIR Overview 2024 pode ser resumida em um conjunto de ideias centrais que explicam
por que o modelo FAIR existe, como ele funciona e como ele melhora a gestão de riscos
cibernéticos.
Abaixo estão os pontos mais relevantes, organizados para facilitar entendimento e
aplicação prática.
1. Por que o FAIR é necessário?
O documento mostra que a gestão de risco cibernético atual ainda é imatura, semelhante
à medicina antes da era científica. Ele destaca problemas comuns:
• Disputas subjetivas sobre classificações de risco (“religious battles”).
• Falta de clareza sobre o que realmente é risco.
• Dificuldade em justificar investimentos em segurança.
• Falta de métricas confiáveis para KRIs/KPIs.
• Executivos aceitando riscos sem entender o impacto real.
# Citação do documento:
“They're all a function of poor risk measurement.”
2. O que é risco segundo o FAIR?
O FAIR corrige uma confusão comum. Nada a seguir é risco:
1. phishing,
2. ransomware,
3. insiders,
4. reputação.
# O risco
O risco é sempre definido como:
Risco = Frequência de eventos de perda × Magnitude da perda
E só pode ser medido em cenários de perda bem definidos, como:
“Outage of key business systems due to cybercriminals performing a ransomware
attack via phishing e-mail.”
3. Os três critérios para boa medição de risco
- O FAIR estabelece três pilares:
1. Clareza sobre o que está sendo medido
2. Modelo de risco preciso
3. Dados adequados (mesmo que incompletos)
O documento reforça que incerteza é inevitável, mas deve ser representada com
intervalos e distribuições, não ignorada.
4. O Modelo FAIR
O modelo decompõe o risco em elementos mensuráveis:
1. Loss Event Frequency (LEF)
• Threat Event Frequency
• Vulnerability (Susceptibility)
2. Loss Magnitude (LM)
• Primary Loss
• Secondary Loss
# Citação:
“Models are simplified representations of a more complex reality.”