Na primeira imagem, comecei fazendo um ajuste por meio da ferramenta matiz-saturação a fim de atenuar o alaranjado da fotografia e realçar o rosado da pele da modelo. Em seguida, alterei a escala de saturação para dar à imagem um aspecto de espontaneidade, ou seja, de luz natural e pose descontraída. Afinal, maior autenticidade permite aos virtuais usuários associar ao negócio divulgado o valor de uma estética real, que não busca enganar. Inclusive, igualmente tende a gerar uma noção de beleza mais saudável nas pessoas que entram em contato com a imagética de um negócio que utiliza modelos em suas publicidades. Também diminui ligeiramente o brilho para que a visualização da imagem fique mais confortável e aumentei um pouco o nível de verde para valorizar o fundo, as flores em primeiro plano e os olhos da modelo. Enfim, busquei manter uma valorização do verde (flor em mãos, árvores atrás e olhos da modelo) como princípio unificador e a métrica 60/30/10 (verde/rosa suave/amarelo) para balancear a informação cromática. Abaixo, o antes e o depois:
Na segunda imagem, iniciei o trabalho buscando valorizar o vermelho da carne. Dessa forma, abri a ferramenta matiz-saturação e aumentei a saturação do vermelho e do amarelo. Mexi neste último para reforçar (ainda mais) a centralidade dos alimentícios. Com o recurso Sombras-Tons Claros, diminui o destaque de tons claros pensando na possível exaustão visual. Embora a imagem não tenha comunicação verbal, decidi mudar o fundo branco para uma cor entre o azul e o roxo. Como consequência, deixei a harmonia entre o fundo e o amarelo do material sob o qual estão alimentícios em AAA. Essa escolha teve como base uma experiência visual mais relaxante.