Solucionado (ver solução)
Solucionado
(ver solução)
5
respostas

EMPREGANDO GATILHOS EM FLUXOS DE TRABALHO MÉDICOS COM O POWER AUTOMATE

Insira aqui a descrição dessa imagem para ajudar na acessibilidade

Por Ricardo Costa Val do Rosario, auxiliado por ChatGPT 5.1 Thinking

1. Introdução

A transformação digital na saúde está unindo, de forma definitiva, a automação de processos, a IA 
e as boas práticas clínicas. Nesse cenário, o Microsoft Power Automate se destaca como uma plataforma 
que:
1. integra sistemas, 
2. organiza dados
3. executa ações automáticas a partir de eventos relevantes,
4. impacta diretamente a segurança do paciente, a tecnovigilância e a cibersegurança hospitalar. 

- A utilização de gatilhos bem definidos nos fluxos de  trabalho médicos ocorrer:
1. redução das falhas humanas, 
2. antecipação de eventos críticos (como sepse), 
3. melhora da rastreabilidade de dispositivos médicos (DM)
4. adequação com normas regulatórias, como a:
- RDC nº 67/2009 da Anvisa, que estabelece requisitos 
para tecnovigilância; 
- LGPD – Lei nº 13.709/2018,  regula o tratamento de dados pessoais na saúde.

2. O que é o Power Automate?

O Power Automate é uma plataforma de automação em nuvem da Microsoft que permite criar 
cloud flows – fluxos automatizados que conectam aplicações e serviços para executar tarefas a partir 
de gatilhos bem definidos (eventos) e ações subsequentes (respostas). 
Esses fluxos podem ser iniciados, por exemplo, quando:
1. um e-mail é recebido,
2. um registro é criado em uma base de dados;
3. um horário programado é atingido. 

- Em ambiente hospitalar, isso significa:
1. Emitir alertas sempre que for identificada uma falha relatada em um DM.
2. Enviar notificações automáticas para equipes assistenciais ou de engenharia clínica;
3. Integrar dados clínicos, administrativos e de tecnovigilância em tempo quase real;
4. Alimentar dashboards de gestão de risco e segurança do paciente.

3. Aplicabilidades na Assistência à Saúde

O Power Automate pode ser aplicado a múltiplos contextos na saúde, tais como:

# 1.	Tecnovigilância de DM:
1. Captura estruturada de queixas técnicas (QT);

2. Notificação automática à engenharia clínica, Núcleo de Segurança do Paciente 
e responsáveis técnicos;

3. Integração com sistemas de registro e relatórios, alinhando-se às normas 
de tecnovigilância da Anvisa.

2. Cibersegurança hospitalar:

1. Monitoramento de eventos suspeitos na rede;

2. Detecção de padrões de tráfego anômalo;

3. Disparo de fluxos que bloqueiam acessos não autorizados, registram incidentes 
e notificam a equipe de segurança da informação.

3. Detecção precoce de sepse com apoio de IA:

1. Consolidação de dados multiprofissionais (enfermagem, nutrição, fisioterapia, 
serviço social, médico e laboratório);

2. Cálculo automático de escores de risco;

3. Disparo de alertas para avaliação médica rápida, em alinhamento com diretrizes 
atuais como a Surviving Sepsis Campaign 2021.

4. O Conceito de Gatilhos em Automação

- Em fluxos de automação, o gatilho é o ponto de partida que determina quando uma
sequência de ações deve ser iniciada. Em vez de processos que rodam continuamente ou em 
intervalos fixos, o gatilho aguarda um evento específico (uma condição) para disparar o fluxo, 
garantindo que a execução ocorra apenas quando os critérios definidos forem atendidos.

- Em termos simples:
1. Gatilho = evento que inicia o fluxo 
2. Ações = o que o fluxo faz depois que o gatilho ocorre

4.1. Variedades de Gatilhos no Power Automate

- No Power Automate, os gatilhos podem assumir diferentes formas:

1. Baseados em eventos
Acionados por acontecimentos específicos, como:
1. recebimento de um e-mail;
2. criação/alteração de um registro em uma planilha ou banco de dados;
3. envio de um formulário de notificação de evento adverso.

2. Programados (agendados)
Iniciam o fluxo em horários determinados, por exemplo:
1. diariamente às 00h para consolidação de indicadores;
2. a cada hora para verificar filas de exames críticos.

3. Manuais (on-demand)
Exigem uma ação do usuário (botão, comando em Teams, etc.), úteis para:
1. fluxos de teste;
2. validação prévia antes de executar ações sensíveis;
3. fluxos em que o médico ou gestor decide “quando” iniciar a sequência.

Vantagens específicas

1. Gatilhos baseados em eventos:
ideais para resposta rápida,

2. Gatilhos programados:
favorecem a automação de rotinas recorrentes sem dependência de interação
humana constante.
5 respostas

CONTINUAÇÃO

# 4.2. Relevância dos Gatilhos:
1. Evitam execuções desnecessárias, economizando recursos humanos e computacionais;

2. Contextualizam o fluxo, garantindo que ele só ocorra quando determinados critérios clínicos, 
técnicos ou operacionais forem atendidos;

3. Facilitam integrações com sistemas externos (prontuários, LIS, sistemas de engenharia clínica, 
ferramentas de segurança da informação);

4. Permitem fluxos dinâmicos e recebem parâmetros que que personalizam as ações subsequentes.

5. Inicia a execução, além de carregar os dados relevantes do paciente (leito, 
resultados laboratoriais, tipo de evento);

6. Resulta em decisões automatizadas muito mais ricas.

# 4.3. Cuidados ao configurar um gatilho
Ao configurar gatilhos em saúde, é importante atentar para:

1. Precisão da condição
- Definir claramente qual evento disparará o fluxo (ex.: “QT com classificação de risco 
alta” ou “escorre de sepse ≥ 12 pontos”).
- Evitar gatilhos vagos que possam gerar excesso de alertas (alert fatigue).

2. Integração de dados
- Garantir que o gatilho capture os campos necessários para as etapas seguintes (identificação 
do paciente, DM, horário, profissional responsável, etc.).

3. Escalabilidade e desempenho
- Avaliar como o gatilho se comportará em cenários de alto volume (ex.: hospital grande, UTI lotada, 
alta rotatividade), 
evitando sobrecarga de sistemas.

4. Conformidade regulatória e LGPD
- Assegurar que os dados pessoais tratados pelos fluxos estejam em conformidade com a LGPD
(Lei nº 13.709/2018), 

5. Cenário - Notificação de Queixa Técnica por falha em bomba de infusão

# 5.1. Contextualização
Uma bomba de infusão de medicamentos não emite alerta ao atingir um nível crítico de volume 
residual, resultando em risco de interrupção da infusão e potencial dano ao paciente. Esse tipo de ocorrência
deve ser objeto de QT, alimentando o sistema de tecnovigilância e, quando necessário, ações de campo e 
notificações à Anvisa. 

# Objetivo do fluxo:
Garantir que toda QT de falha em bomba de infusão, especialmente quando relacionada à ausência de 
alarme em volume crítico, seja notificada, tratada e rastreada automaticamente.

# 5.2. Fluxograma de automação (descrição)
1.	Início

2.	Gatilho (evento):
Profissional registra QT em formulário eletrônico (Power Apps, Forms ou similar) classificando o tipo 
de DM como “bomba de infusão” e marcando “falha de alarme de volume crítico”.

3.	Ação 1:
Power Automate grava o registro em uma base (SharePoint, Dataverse, SQL etc.).

4.	Condição:
Se a classificação de risco for alta ou o evento tiver potencial de dano grave, seguir fluxo de 
prioridade.

5.	Ação 2 (prioridade alta):
-  Enviar e-mail/Teams para:
-  Engenharia clínica;
-  Núcleo de Segurança do Paciente;
-  Coordenação da unidade assistencial.

6.	Ação 3:
Criar tarefa em lista de acompanhamento (por exemplo, “Ação de Tecnovigilância – 
bomba de infusão”).

7.	Ação 4 (opcional):
Gerar relatório automático mensal com contagem de QTs por tipo de DM. .

8.	Fim

5.3. Pseudocódigo (estilo Power Automate)

TRIGGER: Quando um novo formulário de Queixa Técnica for enviado

SE Formulário.TipoDispositivo == "Bomba de Infusão"
   E Formulário.TipoFalha == "Falha de Alarme de Volume Crítico" ENTÃO

    CRIAR_REGISTRO em Base_Tecnovigilancia com:
        - ID_QT
        - DataHora
        - Unidade
        - TipoDispositivo
        - DescriçãoFalha
        - ClassificacaoRisco

    SE Formulário.ClassificacaoRisco == "Alta" OU "Crítica" ENTÃO
        ENVIAR_EMAIL para [Engenharia_Clinica, NSP, Coordenacao_Unidade]
            ASSUNTO: "QT PRIORITÁRIA - Bomba de infusão com falha de alarme"
            CORPO: detalhes da QT e link para o registro completo
        CRIAR_TAREFA em Lista_Acoes_Tecnovigilancia
    SENÃO
        ENVIAR_EMAIL para [Engenharia_Clinica]
            ASSUNTO: "QT registrada - Bomba de infusão"
    FIM_SE

FIM_SE

6. Cenário Cibersegurança: proteção contra códigos maliciosos em rede hospitalar

# 6.1. Contextualização
- Ataques com códigos maliciosos (malware, ransomware, scripts não autorizados) podem:
1. comprometer a rede do hospital, 
2. paralisar sistemas assistenciais
3. colocar em risco a segurança do paciente. 

- Fluxos automatizados podem atuar em conjunto com ferramentas de segurança para:
1. detectar, 
2. registrar 
3. reagir a incidentes suspeitos.

# Objetivo do fluxo:
1. auxiliar a equipe de cibersegurança 
2. bloquear códigos não autorizados
3. registrar automaticamente os incidentes, 
4. reduzir tempo de resposta
5. melhorar a rastreabilidade.

6.2. Fluxograma de automação (descrição)

1.	Início

2.	Gatilho (evento de segurança):
Ferramenta de monitoramento de rede ou SIEM registra evento suspeito (ex.: execução de script em 
servidor crítico fora de whitelist).

3.	Ação 1:
Power Automate recebe o evento via conector ou webhook (por exemplo, Microsoft Defender, Sentinel).

4.	Condição 1:
Verificar se o script/processo está fora da lista de códigos autorizados pelo servidor central (governança de TI).

5.	Ação 2 (caso não autorizado):
Acionar API ou script de bloqueio (isolamento de máquina, encerramento de sessão, bloqueio de IP).

6.	Ação 3:
Registrar incidente em base de segurança (ID, horário, origem, tipo de ameaça, ação tomada).

7.	Ação 4:
Notificar equipe de cibersegurança via Teams/e-mail com resumo do incidente.

8.	Ação 5 (opcional):
Se o incidente envolver sistema crítico de saúde, notificar gestor médico e TI.

9.	Fim

6.3. Pseudocódigo (estilo Power Automate)

TRIGGER: Quando um novo evento de segurança for recebido do SIEM

SE Evento.Tipo == "ExecucaoScriptNaoAutorizado"
   E Evento.Servidor in Lista_Sistemas_Criticos ENTÃO

    SE Evento.Script NOT IN Lista_Whitelist_Scripts ENTÃO
        CHAMAR_API_BLOQUEIO(Evento.Hostname, Evento.IPOrigem)

        REGISTRAR_INCIDENTE em Base_Ciberseguranca com:
            - ID_Incidente
            - DataHora
            - Servidor
            - IPOrigem
            - Script
            - AcaoTomada = "Bloqueio automatizado"

        ENVIAR_MENSAGEM_TEAMS para Canal_Seguranca
            TEXTO: "Incidente de script não autorizado bloqueado em [Servidor]."

        SE Servidor in Lista_Sistemas_Assistenciais_Criticos ENTÃO
            ENVIAR_EMAIL para [Gestor_TI, Gestor_Medico]
                ASSUNTO: "Incidente de segurança em sistema assistencial crítico"
                CORPO: detalhes do incidente e orientações
        FIM_SE
    FIM_SE

FIM_SE

7. Cenário Detecção precoce de sepse com apoio de IA e gatilhos automáticos

7.1. Contextualização

- A sepse é uma das principais causas de mortalidade hospitalar. Diretrizes internacionais, como 
as da Surviving Sepsis Campaign 2021, enfatizam a importância da identificação e intervenção precoces, 
idealmente na primeira hora após o reconhecimento do quadro. 
- Neste cenário, um Agente de IA Clínica consolida dados diários de múltiplos profissionais:
•	Enfermagem: 
temperatura, débito urinário, pressão arterial, frequência cardíaca, estado geral;

•	Nutrição: 
apetite, relação refeições servidas/consumidas;

•	Fisioterapia: 
padrão respiratório, frequência respiratória, saturação de O₂, presença de tosse;

•	Assistente social/familiares: 
alterações comportamentais súbitas;

•	Médico: 
suspeita ou confirmação de infecção grave;

•	Laboratório: 
leucocitose, acidose metabólica, função renal, culturas positivas, marcadores inflamatórios.

A IA calcula um escore de risco de sepse e, quando um limiar é atingido, o gatilho de automação dispara 
um fluxo no Power Automate para notificação imediata.

# 7.2. Critérios e pontuação (resumo)
- Enfermagem (0–5 pontos):
1. Febre
2. Redução da urina 24h
3. Hipotensão arterial
4. Taquicardia
5. Piora do estado geral
→ Considerar ≥ 3 pontos como “alteração significativa”.

- Nutrição (0–1 ponto):
1. Diminuição importante do apetite e/ou relação < 1,0 (refeições servidas > consumidas).

- Fisioterapia (0–4 pontos):
1. Padrão respiratório alterado
2. FR > 15
3. SatO₂ < 90%
4. Tosse presente
→ Considerar ≥ 2 pontos como “alteração significativa”.**

- Familiares / Assistente social (0–1 ponto):
1. Prostração, relato de “estar passando mal”, quedas, desânimo intenso.

- Médico (0–1 ponto):
1. Suspeita ou diagnóstico de sepse grave.

- Laboratório (0–4 pontos):
1. Leucocitose
2. Acidose metabólica
3. Diminuição da função renal
4. Cultura positiva
5. Infecção urinária
6. Marcadores inflamatórios elevados (≥ 2 de 5)

- Limiar de alerta automático:
Soma total ≥ 12 pontos → alto risco de sepse → acionar fluxo de notificação imediata.**

7.3. Fluxograma de automação (descrição)

1.	Início

2.	Gatilho (programado):
Fluxo diário (por exemplo, a cada 2 horas) que chama o agente de IA para recalcular escores de
todos os pacientes internados.

3.	Ação 1:
Obter dados multiprofissionais do dia (enfermagem, nutrição, fisioterapia, serviço social, 
médico e laboratório).

4.	Ação 2:
Agente de IA calcula o escore de risco de sepse para cada paciente.

5.	Condição:
Se escore ≥ 12 → paciente em risco elevado de sepse.

6.	Ação 3:
Registrar o alerta em base clínica (Data, Hora, Leito, Paciente, Escore, Critérios positivos).

7.	Ação 4:
Notificar médico responsável e equipe de enfermagem via Teams/e-mail/SMS institucional.

8.	Ação 5 (opcional):
Criar tarefa de “Avaliação de Sepse” em lista de priorização da unidade.

9.	Fim

7.4. Pseudocódigo do algoritmo de decisão + fluxo de automação

FUNCAO CalcularEscoreSepse(dados_paciente):

    pontos_enfermagem = contar_criterios_positivos([
        febre,
        reducao_debito_urinario_24h,
        hipotensao,
        taquicardia,
        piora_estado_geral
    ])

    pontos_nutricao = 0
    SE (apetite_diminuido == VERDADEIRO) OU (relacao_refeicoes < 1.0) ENTÃO
        pontos_nutricao = 1
    FIM_SE

    pontos_fisioterapia = contar_criterios_positivos([
        padrao_respiratorio_alterado,
        FR > 15,
        SatO2 < 90,
        tosse_presente
    ])

    pontos_familiares = 0
    SE alteracao_comportamental_subita == VERDADEIRO ENTÃO
        pontos_familiares = 1
    FIM_SE

    pontos_medico = 0
    SE medico_suspeita_sepse == VERDADEIRO ENTÃO
        pontos_medico = 1
    FIM_SE

    pontos_laboratorio = contar_criterios_positivos([
        leucocitose,
        acidose_metabolica,
        diminuicao_funcao_renal,
        cultura_positiva,
        infeccao_urinaria,
        marcadores_inflamatorios_elevados (>= 2)
    ])

    escore_total = pontos_enfermagem + pontos_nutricao + pontos_fisioterapia +
                   pontos_familiares + pontos_medico + pontos_laboratorio

    RETORNAR escore_total
FIM_FUNCAO

TRIGGER (Power Automate): Fluxo agendado a cada 2 horas

PARA cada paciente internado:
    escore = CalcularEscoreSepse(dados_paciente)

    SE escore >= 12 ENTÃO
        REGISTRAR_ALERTA em Base_Alertas_Sepse
        ENVIAR_NOTIFICACAO para [Medico_Responsavel, Enfermagem_Unidade]
            MENSAGEM: "Alto risco de sepse. Escore = {escore}. Avaliação prioritária recomendada."
    FIM_SE
FIM_PARA

# Nota ética:
A IA atua aqui como sistema de suporte à decisão, não substituindo o julgamento clínico, 
em consonância com as diretrizes internacionais de sepse, que ressaltam a centralidade 
do médico na tomada de decisão final. 

8. Benefícios

•	Segurança do paciente:
Redução de atrasos na identificação de riscos (falhas em dispositivos, sepse,
incidentes de segurança da informação);

•	Tecnovigilância ativa:
Conformidade com normas regulatórias e melhor rastreabilidade de DM; 

•	Cibersegurança fortalecida:
Resposta mais rápida a incidentes, com registro estruturado de ações tomadas.

•	Eficiência operacional:
- Menos tarefas repetitivas;
- Mais tempo para o profissional focar na assistência direta.

•	Governança de dados:
Automação alinhada à LGPD, com controle mais rigoroso sobre quem acessa o quê, 
quando e por qual motivo. 

9. Desafios

•	Qualidade dos dados de entrada (garbage in, garbage out);

•	Integração entre sistemas legados e soluções modernas;

•	Cultura organizacional (resistência a mudanças, necessidade de capacitação);

•	Gestão de alertas (evitar fadiga de alertas e sobrecarga de notificações);

•	Responsabilidade médica e legal na interpretação dos sinais emitidos por sistemas
automatizados e de IA.

10. Perspectivas futuras

1. Integração mais profunda entre Power Automate, IA generativa e ferramentas de Process Mining,
permitindo que o próprio sistema identifique gargalos assistenciais e proponha novos fluxos
automatizados. 

2. Aprimoramento de modelos de risco clínico treinados em bases multicêntricas;

3. Dashboards em tempo real conectando tecnovigilância, cibersegurança e segurança do paciente 
em uma visão única;

4. Consolidação do papel do Médico 5.0 como especialista capaz de dialogar com tecnologia, IA e 
regulamentação.

11. Referências selecionadas

1.	Surviving Sepsis Campaign – International Guidelines for Management of Sepsis and Septic
Shock 2021. (Journals LWW)

2.	Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD (Lei nº 13.709/2018). (Palácio do Planalto)

3.	Anvisa – Resolução RDC nº 67/2009 e normas subsequentes de Tecnovigilância e ações de campo. 
(Biblioteca Virtual em Saúde MS)

4.	Microsoft Power Automate – Documentação oficial sobre gatilhos, ações e cloud flows. (Microsoft Learn)

5.	Manual de Tecnovigilância – Uma abordagem sob a ótica da vigilância sanitária (Anvisa). (Biblioteca 
Digital Anvisa)

Oi, Ricardo! Como vai?

Agradeço por compartilhar suas reflexões e aprendizados com a comunidade Alura.

Gostei do seu texto, com base no que você explicou, ficou claro como os gatilhos do Power Automate ajudam na automação de processos hospitalares e no fortalecimento de áreas como tecnovigilância, segurança da informação e detecção precoce de eventos clínicos. Sua abordagem mostra atenção ao impacto desses fluxos na agilidade e no cuidado com o paciente.

Continue explorando essas possibilidades, pois esse entendimento é valioso para quem atua com automação aplicada à saúde.

Conte com o apoio do Fórum na sua jornada. Abraços e bons estudos!

Alura Conte com o apoio da comunidade Alura na sua jornada. Abraços e bons estudos!
solução!

Monalisa, fico feliz em saber que estou conseguindo transmitir para profissionais não médicos mensagens de uma área cujo vocabulário sempre foi visto como “coisa que só médico entende”. Além disso, abordar linguagem de computação dentro do contexto médico me deixa ainda mais confiante de que estou evoluindo, graças aos meus esforços e à valiosa competência da Alura.
Muito obrigado,
Ricardo