A desordem acho que seria a parte de incerteza, onde não se sabe qual parte do Cynefin, pode ser utilizada para um determinado problema.
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A desordem acho que seria a parte de incerteza, onde não se sabe qual parte do Cynefin, pode ser utilizada para um determinado problema.
Olá, Ângela, como vai?
A sua interpretação sobre a desordem no Cynefin está correta. Essa região central representa justamente uma situação em que ainda não conseguimos identificar em qual dos outros domínios o problema se encaixa. Antes de decidir como agir, é necessário entender melhor o contexto e identificar quais características estão presentes.
Isso é importante porque cada domínio do Cynefin pede uma forma diferente de tomada de decisão. Um problema simples pode seguir práticas já conhecidas, enquanto um problema complexo exige experimentação e aprendizado. Se ainda não sabemos em qual cenário estamos, aplicar uma abordagem qualquer pode levar a decisões inadequadas. A desordem funciona, então, como um ponto de partida para buscar informações e classificar melhor a situação. Por exemplo, diante de um novo produto digital com muitos fatores desconhecidos, a equipe pode inicialmente estar na desordem até compreender melhor o contexto, os usuários e as relações entre as variáveis.
Pensando em um projeto de produto digital, qual tipo de informação você buscaria primeiro para sair da desordem e identificar em qual domínio do Cynefin o problema se encontra?
Parabéns pela reflexão. Sua resposta captou bem a ideia de incerteza presente na desordem. Continue compartilhando suas interpretações, pois esse tipo de reflexão ajuda bastante na fixação do conteúdo. O fórum está à disposição.