Algoritmo em linguagem natural:
O algoritmo é organizado em duas partes: a definição da função e o programa principal que a utiliza.
A função converter_moeda recebe dois parâmetros — valor_reais e taxa_cambio — e executa uma única operação: divide o valor em reais pela taxa de câmbio, armazenando o resultado em valor_dolar. Em seguida, retorna esse valor para quem chamou a função.
No programa principal, o sistema solicita ao usuário que informe o valor em reais que deseja converter e a taxa de câmbio vigente definida pela agência. Com essas duas informações em mãos, chama a função converter_moeda passando os valores coletados, armazena o retorno em resultado e exibe a mensagem final informando a equivalência entre os dois valores.
O ponto mais relevante desse exercício é entender o papel da função como unidade reutilizável. Se amanhã a agência precisar converter para euros ou libras, basta chamar a mesma função com uma taxa de câmbio diferente — nenhuma alteração na lógica de conversão é necessária. Isso ilustra bem dois princípios fundamentais do pensamento computacional: a abstração, ao encapsular a lógica dentro da função, e a reutilização, ao separar responsabilidades entre o programa principal e a função.
A pessoa instrutora nomeia a função como converter_para_dolar, o que é uma escolha intencional: um nome descritivo deixa claro o propósito da função sem precisar ler seu conteúdo. Isso é uma boa prática de legibilidade de código.
A solução que desenvolvemos já estava alinhada com a orientação dela — definição da função com dois parâmetros, cálculo por divisão, retorno do valor e exibição de mensagem clara no programa principal. A única diferença é cosmética: o nome da função.