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Crenças Limitantes

Ao realizar esta atividade, percebi que não consigo identificar muitos sonhos que deixei de realizar por medo. Tenho 21 anos e, apesar de frequentemente sentir insegurança, isso raramente me impede de agir. Normalmente, mesmo com receio, eu tento.

Algumas limitações que percebo estão relacionadas ao julgamento das pessoas. Por exemplo, por muito tempo evitei usar certos tipos de roupa por ser gorda e ouvir que determinadas peças "não combinavam" com meu corpo. Isso acabou influenciando a forma como eu me enxergava.

Minha principal crença limitante é a insegurança. Muitas vezes penso que algo pode dar errado ou que eu talvez não seja capaz de realizar determinada tarefa. Porém, ao analisar minhas experiências recentes, percebo que esses pensamentos não refletem necessariamente a realidade.

Um exemplo aconteceu no trabalho. Meu gerente me perguntou se eu sabia marcar uma reunião no Teams e eu respondi que nunca tinha feito isso. Na hora fiquei nervosa, não porque acreditasse que não conseguiria aprender, mas porque tinha medo de fazer algo errado. Mesmo assim, fui sincera e admiti que não sabia. Depois percebi que não saber fazer algo não significa que eu não seja capaz, apenas que ainda não tive a oportunidade de aprender.

Além disso, nos últimos meses tenho conquistado mais autonomia profissional. Passei a participar mais ativamente das reuniões, conversar com diferentes pessoas e contribuir em iniciativas importantes da equipe. Situações que antes me deixavam muito insegura hoje já são mais naturais para mim.

Com essa reflexão, percebi que a insegurança muitas vezes é apenas uma forma de pensar e não uma representação da minha capacidade. Estou aprendendo a substituir pensamentos como "não vou conseguir" por "posso aprender e me desenvolver". Aos poucos, isso tem fortalecido minha confiança e me mostrado que sou mais capaz do que imagino.

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Oi, Carolina. Tudo bem com você?

Gostei bastante da forma como você relacionou a atividade de crenças limitantes com situações concretas da sua vida. Um ponto que chama atenção é que você conseguiu perceber uma diferença importante entre sentir insegurança e deixar que ela impeça você de agir. Mesmo quando existe o receio de errar ou de ser julgada, você tem encontrado formas de seguir em frente. O exemplo da reunião no Teams representa bem isso: você não sabia realizar uma tarefa, reconheceu isso com sinceridade e, ao mesmo tempo, não transformou esse desconhecimento em uma conclusão de que seria incapaz de aprender. Essa mudança de perspectiva é muito importante, principalmente porque conhecimento e capacidade não são a mesma coisa.

Também achei interessante você ter percebido como comentários sobre roupas e aparência podem influenciar a maneira como uma pessoa passa a enxergar a si mesma. Nesse caso, desconstruir uma crença limitante não significa simplesmente ignorar o que foi dito, mas questionar se aquela ideia realmente representa quem você é e o que você pode fazer. Da mesma forma, sua evolução no trabalho mostra, na prática, que algumas situações que antes geravam insegurança podem se tornar naturais conforme você ganha experiência. A frase que você encontrou, "posso aprender e me desenvolver", funciona justamente porque não exige que você saiba tudo antes de começar.

Olhando para essas experiências, qual foi a conquista recente que mais ajudou você a perceber que é capaz de lidar com situações que antes pareciam difíceis?

Parabéns pela reflexão e por compartilhar sua experiência com a turma. Continue registrando esse tipo de percepção, porque revisitar essas conquistas também pode ajudar quando a insegurança aparecer novamente. O fórum está à disposição para acompanhar suas próximas reflexões.

Alura Conte com o apoio da comunidade Alura na sua jornada. Abraços e bons estudos!