No primeiro caso, o fundo verde (código hexadecimal 00852E) com o texto ciano (código hexadecimal 00D6C4) ficou abaixo do mínimo de acessibilidade para pessoas com acuididade visual normal. Para resolver essa situação, ainda usando as mesmas cores-base, eu ajustaria a cor do texto para o ciano representado por 29FFED no código hexadecimal e a cor do fundo para o verde representado por 176E35 no código hexadecimal.
No segundo caso, o fundo roxo (código hexadecimal 540085) com o texto rosa (código hexadecimal E37DBF) ficou dentro das condições mínimas para a acessibilidade na web. Contudo, para aprimorar o máximo possível a acessibilidade usando a mesma cor-base, alteraria a saturação e a luminosidade do fundo, o que me entregou um roxo mais escuro (código hexadecimal 1D002E).
No terceito caso, o fundo verde-amarelado (código hexadecimal BFE16B) com o texto roxo (código hexadecimal AD2E72) ficou dentro das condições mínimas para a acessibilidade na web. Assim, ainda que não chegue ao máximo de acessibilidade conforme a escala construída pela W3C (The World Wide Web Consortium), editei a a saturação e a iluminosidade do fundo, o que produziu um verde-amarelado mais claro (código hexadecimal).
Em todas as situações, usei a ferramenta disponibilizada pelo Color Shark para análise do resultado do ponto de vista de pessoas com problemas de acuidade visual. Assim, constatei que a situação não chegou a gerar mudanças na acessibilidade. Todavia... Fiquei pensando em como a codificação das cores (como em hexadecimal) já é uma ferramenta de acessibilidade. Afinal, ainda que uma cor seja percebida de forma distinta do usual, o código, uma identificação em palavras (vermelho, amarelo, azul etc.) e uma cartilha de identidade visual de um negócio (indicando o uso de cores para cada tipo de elemento e a disposição espacial dos textos) visando à acessibilidade pode ser um pilar de inclusão.